1ª Performance do grupo feita na Escola de Arquitetura em Agosto
Video performance 1
2ª Performance feita na rua, Av. Afonso pena (esquina de Rio Grande do Norte)
Video performance 2
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Arte e Novas Espacialidades
De 14 de setembro a 13 de outubro no Oi Futuro em Belo Horizonte!
domingo, 12 de setembro de 2010
Apropriações do Espaço
Flanêur é uma palavra do francês que pode ser traduzida como ''Flanador'' e usada para se referir a homens com um certo comportamento peculiar; vem do verbo francês flâner, que significa "para passear". Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire, ele desenvolveu um significado para flâneur de "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos, ele tem um olhar diferenciado. Valoriza objetos, lugares e pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina, sua visão tem maior riqueza de detalhes, principalmente nas coisas mais simples.
A Deriva era algo próximo à figura do flanêur de Baudelaire. Os situacionistas perambulavam, por seus labirintos em busca de desejos subversivos e novidades. O perder-se era sempre o objetivo perseguido pelos situacionistas, e para isso não mediram estratégias físicas e espaciais para a desorientação. Para eles através da deriva era possível conseguir uma consciência crítica do potencial lúdico dos espaços urbanos e de sua capacidade para engendrar novos desejos. No fundo, a Teoria da Deriva de Guy Debord também reivindicava e vinha somar com as proposições dos anos 60-70 de uma nova sociedade nômade, onde a mobilidade deveria desempenhar um papel fundamental.
A deriva deveria constituir-se numa ciência, que eles denominariam psicogeografia, e para isso enumeraram toda uma série de campos de investigação científica que poderiam ser utilizados pelo método psicogeográfico. Entretanto, deve-se pensar que vagar, errar, é sempre um perder-se de certa forma controlado, e não significa estar perdido, como por exemplo, vagar sobre territórios conhecidos em busca do inusitado. Outra situação oposta é vagar em um território ou espaço totalmente desconhecido, inusitado, tentando orientar-se, com o risco de se perder.
Parkour (ou Le Parkour) é uma disciplina onde os praticantes, conhecidos como traceurs, ou traceuse, no feminino, usam seu corpo para passar obstáculo de uma forma rápida e fluente. Traduzido para o português, é a arte do deslocamento utilizando as habilidades do corpo humano. Mas o princípio é se mover de um ponto para outro da maneira mais rápida e eficiente possível, é uma forma de treinamento para a fuga.
A deriva deveria constituir-se numa ciência, que eles denominariam psicogeografia, e para isso enumeraram toda uma série de campos de investigação científica que poderiam ser utilizados pelo método psicogeográfico. Entretanto, deve-se pensar que vagar, errar, é sempre um perder-se de certa forma controlado, e não significa estar perdido, como por exemplo, vagar sobre territórios conhecidos em busca do inusitado. Outra situação oposta é vagar em um território ou espaço totalmente desconhecido, inusitado, tentando orientar-se, com o risco de se perder.
Surgiu na década de 80, na França. David Belle, usou inspirações no seu pai, um dos combatentes na Guerra do Vietnã, que usava alguma das técnicas do Parkour (que naquela época não possuia este nome) na guerra. David Belle então adptou essas técnicas e as batizou "Le Parkour" (O Percurso). Após isso, ele treinava a sua disciplina, e com muita dedicação e tempo, foi reunindo pessoas. Mais tarde, ele apareceu em várias reportagens na mídia, então o Parkour passou de desconhecido à uma disciplina praticada no mundo todo. O interessante é que o Parkour se baseia na superação de limites (não há competições com outras pessoas), depois de um bom tempo treinando você consegue coisas que antes achava impossível. O Parkour também é a liberdade, você aprende a interagir com o ambiente, e você se torna livre.
Vídeo sobre David Belle
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. primeiro Flash Mob que se tem notícia aconteceu em 2003, cerca de 100 pessoas entraram repentinamente em uma loja em Manhattan e ficaram em volta de um tapete específico. Outra manifestação dessas aconteceu na Central Station, importante estação ferroviária de NY. Uma multidão se aglomerou, aplaudiram por 15 segundos e repentinamente sumiram tão rapidamente quanto entraram. Flash Mob não é uma manifestação comum, como uma passeata, piquete, etc. Em geral são organizados pela internet, com pessoas que nunca se viram pessoalmente ou mesmo que tenham se falado online, com a intenção de fazer uma coisa surreal, insólita e divertida. Esse tipo de manifestação já foi usada como forma de protesto, mas é raro. Há causas políticas ou sociais, mas muitas tem um sentido musical, artístico ou apenas como uma brincadeira.
Flash Mob Musical em Seattle
Zombie Walk em SP
Pillow Fight
Vídeo sobre David Belle
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. primeiro Flash Mob que se tem notícia aconteceu em 2003, cerca de 100 pessoas entraram repentinamente em uma loja em Manhattan e ficaram em volta de um tapete específico. Outra manifestação dessas aconteceu na Central Station, importante estação ferroviária de NY. Uma multidão se aglomerou, aplaudiram por 15 segundos e repentinamente sumiram tão rapidamente quanto entraram. Flash Mob não é uma manifestação comum, como uma passeata, piquete, etc. Em geral são organizados pela internet, com pessoas que nunca se viram pessoalmente ou mesmo que tenham se falado online, com a intenção de fazer uma coisa surreal, insólita e divertida. Esse tipo de manifestação já foi usada como forma de protesto, mas é raro. Há causas políticas ou sociais, mas muitas tem um sentido musical, artístico ou apenas como uma brincadeira.
Flash Mob Musical em Seattle
Zombie Walk em SP
Pillow Fight
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Visitando Tio Oscar!
Um pouquinho atrasado o post, mas aqui estou eu! Hora de atualizar!
Há umas semanas atrás fomos no Museu da Pampulha e na Casa do Baile, eu já tinha ido várias vezes nos dois, desde pequena, mas agora consegui vê-los de outra forma (um olhar arquitetônico,não é?)
O conjunto arquitetônico da Pampulha é chamado de "berço do modernismo", que foi o primeiro trabalho individual de Oscar Niemeyer, em 1940, (são incluídos a Casa do Baile, o Iate Clube, o Cassino - Museu, e a igreja de São Francisco de Assis).
O cassino foi encomendado para ser o centro do projeto e foi o primeiro a ser erguido, sua arquiteura se dá pelas diversas superfícies e volumes dos planos, da transparência, da leveza das colunas que sustentam a marquise. É interessante o envidraçamento do edifício, porque além de entrar bastante luz, o ambiente interno se comunica com o externo. No interior há uma riqueza de detalhes nos materias das colunas, do piso e das paredes. Contrapondo-se ao estilo moderno, têm-se os azulejos portugueses, que são maravilhosos e se encaixam perfeitamente na obra de Niemeyer. É belíssimo!
A Casa do Baile é localizada numa ilha artificial próxima à margem da lagoa e suas curvas parecem "acompanhar" o contorno da margem, seus jardins são projetados por Burle Marx. Foi reaberta em 2002 com algumas mudanças na àrea interna e com a revitalização dos jardins. Antes era um espaço para dançar e comer, hoje a Casa recebe exposições, palestras e semanalmente exibe filmes.
"...um jogo inesperado de retas e curvas..."
FAD 2010 - 2º dia
Sábado, dia 4 de setembro, fui novamente pra ver as performances e pude ver antes uma pequena parte da palestra que estava acontecendo no Multiespaço do Oi Futuro. O que me chamou muita atenção foi o questionamento que estava na palestra (que era mais ou menos isso): A arte digital no contexto das artes plásticas. Bom, dizendo bem grosseiramente, eu "peguei o bonde andando" mas já tinha pensando sobre isso. A arte digital é algo muito recente, acho que seria um ramo da arte contemporânea, porque ela tem um lado inovador, como na arte atualmente, mas também tem o lado tecnológico, que é diferente de tudo que havia antes, inclusive da concepção de arte. Mas, numa análise geral, eu acredito que, sim, todas essas artes estão interligadas, a questão é que cada uma tem um jeito diferente de se expressar, e talvez até maneiras de atingir diversos públicos (e é isso que é bacana na diversidade, que hoje encontramos até nas artes).
Performances:
![]() |
| Zilch – Zilch – São Paulo – Brasil |
Essa performance usou somente linhas e formas simples, que mudavam junto com os sons de músicas eletrônicas e o mais intrigante é que era difícil saber se era a música que acompanhava o video ou o contrário. Trabalha-se muito com a questão da espacialidade, no momento da performance parece que somos tranportados para outro lugar. Tem movimentos bem rápidos que ficam um pouco consativos depois de um tempo, mas não deixa de ser bem interessante.
![]() |
| Cotidiano - Grupo Mesa de Luz – Brasilia – Brasil |
Essa performance mostra cenas do dia-a-dia de uma pessoa desde a hora que ela acorda por meio de projeções e sons. Mas essa foi umas das melhores que eu vi, por vários motivos:
1.Todas as imagens e sons eram feitos na hora (não havia pré gravação mesmo).
2.É dinâmica, não é cansativa e ninguém fica tonto.
3.Tem humor!
4.As imagens e projeções são muito bem montadas.
5.Os sons são muito bem feitos e ritmados (inclusive usaram instrumentos).
6.Foi bem diferente das outras apresentações.
Agora só falta conferir o FAD WEBART na Quina Galeria (até 12 set) e o FAD VIDEO no Multiespaço do Oi Futuro (até 3 out)!
Festival de Arte Digital 2010
Olá,já queria ter postado antes sobre os dois dias que eu consegui ir no FAD 2010, vi algumas instalações, alguma performances e uma pequena parte da palestra de sábado.
Sexta, 3 de setembro
Algumas instalações interativas:
![]() |
| Samplingplong - Jörg Niehage – Alemanha |
Essa é uma instação que as crianças (e adultos) gostam muito, são objetos interligados, como sucatas eletrônicas e brinquedos de plástico, e a partir da movimentação do mouse surgem sons, luzes e algumas outras surpresas. Quem não é criança, vai voltar a ser, porque é mágico descobrir os movimentos e criar uma sequencia de sons.É interessante por se aparentemente bem simples e acessível a qualquer pessoa!
![]() |
| Entity I - Phillip Stearns (Pixel Form) - Estados Unidos |
Já essa segunda instalação é bem mais chamativa, mas ao mesmo tempo cria uma certa dúvida em quem está interagindo. A ideia é fazer um tipo de representação da atividade neural, o que é bem interessante, já que a sensação é estar realmente "no meio dos neurônios".
| Vitalino - Jarbas Jácome - Recife Brasil |
Na minha humilde opinião, essa foi a melhor instalação que eu vi e interagi (e é brasileira!). Acho um pouco difícil de explicar,mas é basicamente uma estrutura com duas webcams posicionadas de modo que ao fazer movimentos com as mãos, conseguimos fazer uma espécie de "escultura digital". É algo que você começa é quer mais e mais,tentar fazer formas, prédios, e milhões de coisas que sua imaginação permitir! É realmente muito bom e percebi que tem tudo a ver com arquitetura, em relação as noções de espaço e às formas.
Performances (vou colocar os videos logo as mídias desse ano ficarem disponíveis no site do FAD)
![]() | |
| Library - Fernando Velazquez & Francisco Lapetina - São Paulo – Brasil |
Essa perfornce ocorre por meio de projeções de imagens de livros, revistas, páginas com textos e outras objetos relacionados à isso. É uma apresentação que nem todas as pessoas podem assitir, há um sincronismo muito forte entre a música e as imagens, que são passadas muito rapidamente (quase se aproxima da Op Art na minha opinião). É bem interessante como os fragmentos de imagem são explorados e a ritmização ocorre para representar a biblioteca (library).
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)












